PESQUISA GENEALOGICA - Continuação
Comece preenchendo seu próprio registro, escreva seu nome completo, data e local de nascimento com todos os detalhes
que tiver, os nomes dos seus pais, do cônjuge com data e local do casamento, se assim o for, dos filhos com local e
data de nascimento, se os tiver. As fichas podem ser numeradas, desta forma, podemos adotar um critério de informar
na frente dos nomes (pais, cônjuge, filhos) a ficha correspondente, quando possível.
É importantíssimo que as fichas sejam preenchidas, preferencialmente, com dados oficiais dos registros, mesmo que o
nome dos pais tenha sido registrado de forma diferente entre irmãos. Anote todas as informações que queira deixar
registrada sobre você e faça o mesmo para todos os familiares, por exemplo, a profissão, a escolaridade, cidades em
que morou, etc.
Neste momento está registrada a primeira geração da sua árvore e a partir dela vai iniciar a pesquisa sobre a próxima,
dando preferencia à geração dos filhos, se os tiver, pois são informações mais fáceis de se conseguir, provavelmente
saberá a maioria mas nunca confie na memória, pesquise sempre nas certidões. As fichas dos seus irmãos também devem ser
preenchidas e fazem parte da mesma geração.
Caso tenha filhos, a segunda geração da sua árvore está registrada, caso contrário, irá começar a parte mais interessante
da sua pesquisa, levantar e registrar as informações dos seus antepassados.
As informações sobre seus pais são, provavelmente, informações ainda fáceis de serem pesquisadas, se ainda forem vivos
darão todas as pistas possíveis, a base da sua pesquisa serão as palavras deles, mas apenas as considere como curiosidades
e observações para o registro, pesquise as informações oficiais nos cartórios. Faça o mesmo com os irmãos dos seus pais,
eles completam essa geração e em muitos casos serão a chave mestra da sua pesquisa.
Ao chegar a este ponto, terá provavelmente três gerações documentadas, além de um padrão de pesquisa definido, que será o
mesmo sempre, mudando apenas os "roteiros" ou alguma fonte. A partir daqui, vamos sempre repetir o processo para os pais,
os pais dos pais e assim sucessivamente.
Neste momento começam a surgir as primeiras dificuldades, informações incompatíveis histórias contadas aos pedaços e,
principalmente, nomes ou dados passados errados, o que nos leva a crer que um determinado documento não existe, quando
na verdade estamos procurando em lugar errado.